domingo, 18 de março de 2012

Loucura

“É loucura odiar todas as rosas porque uma te espetou. Entregar todos os teus sonhos porque um deles não se realizou, perder a fé em todas as orações porque em uma não foi atendido, desistir de todos os esforços porque um deles fracassou. É loucura condenar todas as amizades porque uma te traiu, descrer de todo amor porque um deles te foi infiel. É loucura jogar fora todas as chances de ser feliz porque uma tentativa não deu certo. Espero que na tua caminhada não cometas estas loucuras. Lembrando que sempre há uma outra chance, uma outra amizade, um outro amor, uma nova força. Para todo fim, um recomeço.”
- Saint-Exupéry

Por incrível que possa parecer, muitas destas loucuras são cometidas no universo empresarial.

O ser humano tem o péssimo hábito de rotular, criar rotina e achar que nada muda.

Como assim?

Rotular

Para facilitar a sua vida, as pessoas criam esteriótipos de outros seres humanos, dizendo, este fulano é assim, outro é assado. Assim, sempre que rotulamos alguém como chato, a empresa toda o vê como um chato. Se rotularmos como um CDF, todos o virão assim. Diante destes rótulos, algumas pessoas aceitam os mesmos e começam a agir como tal.

E a individualidade, onde fica?

Cada ser humano é único, seja pela sua essência, seja pela sua forma de agir e pensar. Rótulos são um verdadeiro problema, pois colocamos pessoas em funções sem pensar nas suas aptidões, apenas pensando nos rótulos que outras pessoas colocaram.

Que tal dar uma chance ao colega, subordinado, funcionário que não está indo bem? Será que somos tão advinhos que podemos dizer que algo não deu certo sem sequermos tentar?

Rotina/Nada muda

Aqui temos um dos males da humanidade. Achar que depois de criada uma rotina, um padrão nada mais pode ser alterado. Ledo engano. Devemos ter padrões, inclusive é salutar um pouco de rotina, contudo, somente evoluiremos se sairmos da rotina e começarmos a pensar a respeito do que queremos.

Como assim?

Primeiro pense no que se quer (lembra da faculdade, aquela história do bem jurídico a ser tutelado?), objetivando resultados e indicadores de controle. Depois, pense na sua rotina e como alterá-la para ser mais funcional, prática e economizar o maior problema da atualidade: tempo. Se achares brechas na rotina, pronto, já iniciou o caminho do sucesso.

Se você não pensar no resultado, não terá nenhuma mudança significativa.

Sejamos nós defensores da frase de Chico Buarque de Holanda: "As pessoas têm medo das mudanças. Eu tenho medo que as coisas nunca mudem".

Aceite que as coisas devem mudar. Prepare-se para o novo sem armaduras ou posturas defensivas. Aja com o intelecto e racionalidade.

A gestão da inovação é justamente para isto. Pare de pensar que tudo vai ser como antes. Aceite mudanças como algo positivo. Se não foi positivo, não se entregue ao conformisto. A nova mudança pode ser completamente diferente da anterior.

Enfim,

Loucura é ficar na mesma, achando que tudo vai ser igual, se o mundo se reinventa diferente a cada dia...

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Artigo escrito por Gustavo Rocha – Diretor da Consultoria GestaoAdvBr

www.gestao.adv.br | gustavo@gestao.adv.br


domingo, 11 de março de 2012

Poder ou autoridade?

Muitos acham que ter poder é chegar na glória, no ápice profissional. Esquecem que em fato, a autoridade somente nasce daqueles que detém o conhecimento, detém a liderança.

O texto abaixo é de um autor desconhecido, mas traduz bem o que penso a respeito:

*Poder e Autoridade*

Na dinâmica da vida social o poder exerce forte fascínio sobre as criaturas. Muitas pessoas desejam ocupar cargos que lhes conceda poder sobre outros indivíduos, mas poucas sabem exercer esse encargo com autoridade.

Ter poder não é o mesmo que ter autoridade.

O poder "é a faculdade de forçar ou coagir alguém a fazer sua vontade, por causa de sua posição ou força, mesmo que a pessoa preferisse não o fazer. "A autoridade é "a habilidade de levar as pessoas a fazerem de boa vontade o que quer, por causa de sua influência pessoal."
Para exercer o poder não é necessário ter coragem nem inteligência avantajada. Crianças menores de dois anos são mestras em dar ordens a seus pais. A história da humanidade registrou os feitos de muitos governantes déspotas e insensatos. Mas, para ter autoridade sobre pessoas é preciso um conjunto de habilidades especiais. Uma pessoa pode exercer autoridade mesmo não estando num cargo de poder, enquanto outra pode estar no poder e não ter autoridade alguma sobre seus subordinados.
Em uma sociedade injusta, o poder pode ser vendido e comprado, dado e tomado. As pessoas podem ser colocadas no poder porque são parentes ou amigas de alguém, porque têm dinheiro, uma posição social de destaque ou outra conveniência qualquer. Mas com a autoridade isso não ocorre. A autoridade não pode ser comprada nem vendida, nem dada ou tomada. Diz respeito a quem você é como pessoa, ao seu caráter e à influência que exerce sobre terceiros. Para estabelecer autoridade, o líder precisa ser honesto, confiável, responsável, respeitoso, entusiasta, afável, justo, dar bom exemplo, ser bom ouvinte.
Quem não tem autoridade pensa só nas tarefas e exige que suas ordens sejam cumpridas. Quem tem autoridade pensa nas tarefas, mas cuida também dos relacionamentos. No processo administrativo há sempre essas duas dinâmicas em jogo: a tarefa e o relacionamento. Atender uma, em detrimento da outra, é caminho curto para o fracasso.
E conseguir o equilíbrio entre ambas é uma característica de quem exerce liderança com autoridade. Assim sendo, se você é um líder e precisa lembrar isto às pessoas, é porque você não é. Mas se você não está no poder e mesmo assim as pessoas buscam suas orientações, é porque você tem autoridade.
Pense nisso, e lembre-se: liderar é executar as tarefas que estão sob sua responsabilidade ao tempo em que constrói bons e duradouros relacionamentos. Pense nisso! O líder ideal é aquele que, pela sua autoridade intelecto-moral, inspira os seus colaboradores e os eleva à condição de amigos. Quem tem autoridade efetiva não teme perdê-la ao se aproximar dos outros e tratá-los exatamente como gostaria que os outros o tratassem. Assim, se você é responsável pela condução de outros seres, medite quanto à responsabilidade que lhe cabe sobre os destinos dessas pessoas e procure ser alguém com autoridade, e jamais apenas alguém que detém o poder.
Pense nisso, e procure ouvir os que convivem com você mais de perto.

Como você exerce no seu dia a dia? Poder ou autoridade? Você busca nos subordinados elementos para suas decisões ou pelo menos para motivá-los?

Pense nisto, sua atitude é que fará toda a diferença.

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Artigo escrito por Gustavo Rocha – Diretor da Consultoria GestaoAdvBr
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quarta-feira, 7 de março de 2012

Informática clínica tem papel decisivo na gestão da saúde, aponta estudo

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COMENTÁRIOS DO MAURO

Vimos um momento semelhante a esse quando as tecnologias CAM (Computer Aided Maunfacturing) ganharam vida no meio industrial e agora estamos vivenciando algo smelhante no ramo de serviços, como o ramo hospitalar, por exemplo.

A tecnologia em sí é até ultrapassada, mas a viabilidade de aplicá-la dentro de um modelo de gestão mais maduro é que faz a grande diferença.

O ramo Hospitalar é apenas um deles... temos muita coisa para ver nos próximos anos.

Mãos e Mentes a obra!!!

Mauro Cesar
mauro.oliveira@vilelaleite.com.br
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segunda-feira, 5 de março de 2012, 17h46 - TI Inside

Um novo relatório da PricewaterhouseCoopers Health Research Institute (HRI) dos Estados Unidos mostra como a informática clínica pode ser uma ferramenta crucial para promover a melhoria da saúde da população e reduzir custos com a saúde. A chave para obter esses benefícios é usar a informática para envolver os pacientes na gestão da sua própria saúde, aponta o estudo.

O relatório também sugere que as instituições de saúde vejam a informática clínica – a integração da tecnologia da informação nos cuidados a saúde – como fundamental para seu sucesso financeiro e a capacidade de gerenciar efetivamente o atendimento e o bem-estar do paciente.

No entanto, poucas instituições de saúde têm encontrado maneiras de usar informações de saúde para envolver os pacientes na gestão da sua própria saúde. Um recente levantamento da PwC HRI com mais de 600 profissionais de gestão de saúde em todo o país revela que apenas 15% dos planos de saúde e 13% dos hospitais, grupos médicos e outros acreditam que tenham sido capazes de influenciar o comportamento do paciente através de seus esforços na área de informática.

Além disso, cerca de oito em cada dez instituições de saúde (79%) estão olhando a informática clínica como ferramenta para ajudar a reduzir erros médicos, 61% esperam usá-la para melhorar a saúde da população e 52% acreditam que ela irá ajudá-los a reduzir custos, envolvendo os pacientes em rotinas de cuidados preventivos. Oitenta e cinco por cento delas também contam com informática clínica para melhorar a gestão de casos complexos, como os cuidados para pacientes diagnosticados com câncer, 80% estão buscando uma redução nos atendimentos de emergência e taxas de readmissão hospitalar, e 56% esperam obter com o apoio da informática clínica um diagnóstico precoce e prevenção de doenças.

Todas as instituições pesquisadas pela PwC agora estão focados na obtenção de recursos da informática clínica – um nascente e rápido campo de crescimento que combina tecnologia, assistência ao paciente, relatórios financeiros e compartilhamento de informações. Embora as organizações tenham diferentes necessidades e expectativas em relação a seus programas de informática, a consultoria constatou que todas compartilham o entendimento que deve haver uma submissão do paciente em relação à medicação. Bilhões de dólares são gastos por ano com cuidados com a saúde e o desperdício pode ser atribuído ao excesso de hospitalizações, óbitos prematuros e outras despesas evitáveis causadas por pacientes que não tomam medicamentos como prescrito.

Cerca de 60% dos profissionais e 91% das instituições de saúde disseram que aumentar a submissão e adesão do paciente à medicação prescrita é uma meta de seu programa de informática clínica durante os próximos dois anos. Quase três quartos (71%) das empresas farmacêuticas acreditam que o acesso à informação em registros eletrônicos de saúde poderia ajudar a compreender melhor os fatores que levam ao abandono, bem como os fatores que afetam a segurança e a eficácia do uso de droagas pelos pacientes.

"As instituições de saúde reconhecem o valor de informática clínica, mas eles estão lutando para institucionalizar o conhecimento, torná-lo acessível e usá-lo para a vantagem competitiva", disse Daniel Garrett, líder da prática de TI na área de saúde da PwC. "Eles precisam de estratégias para a mineração de dados, realização e integração da investigação baseada em evidências, traduzir descobertas em prática, e influenciar os pacientes a participar do processo."

domingo, 26 de fevereiro de 2012

Acabou o carnaval. E agora?

Conta a sabedoria popular que o ano no Brasil inicia após o Carnaval.

Pois bem, já passou Carnaval, quarta-feira de cinzas e a quinta e sexta pós carnaval, também conhecidas como ressaca.

Tudo já passou. A pergunta é: O que você vai fazer agora?

Não tem mais desculpas, do tipo, o mercado está esperando, o carnaval ainda não chegou, compras só depois do carnaval e por aí vai. Acabou. Acabaram-se as desculpas.

Sim, desculpas, pois na verdade muito antes do carnaval já estávamos acompanhando o mercado aquecido, a Europa e sua crise, os investidores no Brasil e por aí afora. Se você acha que o mundo pára por causa do carnaval, está enganado. Duas categorias de pessoas param no carnaval: Quem trabalha nele e quem quer se divertir. Outras pessoas descansam, buscam outros prazeres e aproveitam o feriado. Agora, antes do feriado e pós feriado a maioria busca soluções criativas de gerar negócios.

Sim, amigo leitor. O foco é este: negócios. Se você pensa que o foco é prazos judiciais, você está fora do mercado.

Prazos são a parte da advocacia que custa caro e o retorno é mínimo, exceto se você trabalha em áreas de expertise muito direcionadas. Trabalhando como a maioria dos advogados, você trabalha com massa, volume e principalmente na busca constante de novos processos e/ou áreas, nichos, possibilidades de ações para conquistar uma fatia maior de mercado.

Assim, você não pode se dar ao luxo de parar de pensar. De parar de buscar novas alternativas. De pensar diferente. De fazer diferente.

Você tem que buscar, planejar, executar, ir atrás.

Como o caminho será diferente se você não fizer diferente?

O ano iniciou há dois meses. Para alguns, iniciou na última quarta-feira. Para outros ainda, inicia hoje. Mas, de hoje não passa.

Então: Pare com desculpas e comece a correr atrás de oportunidades!

Exercite a sua mente com valores, ideias, conceitos novos e antes não aceitos. Quer algumas idéias? Veja:

* Não julgue o livro pela capa, mas pelo conteúdo.

* Escute seus funcionários.

* Pense em maneiras de economizar dinheiro no processo produtivo interno.

* Aceite que errar faz parte, e busque soluções, não culpados.

* Exerça a paciência.

* Perdoe as pessoas com o coração.

* Ame seus colegas e lhes dê o que você tem de melhor.

* Analise suas rotinas e veja onde estão os conflitos.

* Invista em tecnologia, deixe a tecnologia fazer tudo que for repetitivo e coloque pessoas em pontos estratégicos.

* Separe um tempo para pensar no negócio. Coloque isto na agenda e faça acontecer.

Enfim,

Acabou o carnaval. E agora?

Chega de desculpas! O ano iniciou ou inicia hoje, o que importa é que de hoje em diante tudo vai ser diferente... Permita-se e tudo e, 2012 será melhor que 2011...

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Artigo escrito por Gustavo Rocha – Diretor da Consultoria GestaoAdvBr
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sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

ERP em Gotas: Gota 242: 24/02/2012

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Saber o que quer/precisa é de fundamental importância para implantar e manter um ERP, e é uma das competências mais difíceis de se encontrar hoje em dia! A maioria das pessoas sofrem de uma falta de capacidade de abstração em relação ao que quer. É muito comum durante os projetos de ERP ouvir a expressão: "Caramba, posso ter esse recurso com o ERP?!?!?! Nunca imaginei isso." DICA: faça com que todos saibam dos recursos que o ERP tem antes de definir os escopos de projeto, e renove essa informação constantemente na pósimplantação. Você verá sonhos em ação.
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Mauro Cesar
mauro.oliveira@vilelaleite.com.br

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

ERP em Gotas: Gota 241: 23/02/2012

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Existem vários pontos importantes de negociação entre a softhouse/integradora e os seus clientes que são pouco explorados e um deles é a inclusão dos serviços de administração ou suporte do servidor de banco de dados, ação essa que tem especial importância para as micro e pequenas empresas. O servidor de banco de dados tem necessidades pontuais como instalação e atualização que são bem claras, mas podem solicitar algumas ações de administração que precisam ser monitoradas. Na maioria das empresas pequenas, isso fica a cargo de um técnico em informática, que muita das vezes não tem a menor idéia de como funciona um servidor de banco de dados ou pior, fica sem nenhuma supervisão. Ao incluir os serviços com servidores de banco de dados as softhouses/integradoras estão aumentando ainda mais os custos de uma eventual saída do cliente, estão estabelecendo mais vínculo com eles e ainda podem justificar valores mais altos de manutenção/suporte, ao mesmo tempo, os clientes não vão enfrentar um eventual jogo sobre as responsabilidades em problemas, pois terão somente um fornecedor para cobrar resultados e ainda vão ter isso num custo menor do que se tivessem dois prestadores de serviços para isso... todo mundo ganha com isso... mas por que ainda vemos um volume expressivo de softhouses/integradoras que não oferecem esse tipo de serviço? Por que esse ponto muitas das vezes não entra na pauta das negociações de aquisição de ERP? Resposta: DESCONHECIMENTO!!!
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quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

ERP em Gotas: Gota 240: 22/02/2012

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Controlar o que entra e o que sai no caixa das empresas é uma tarefa vital e, com os recursos atuais, é uma tarefa simples. Por que tem tanta gente que ainda se enrola com isso, mesmo tendo um ERP plenamente implementado suportando essa atividade? Tudo começa com as ações indevidas, seja a inclusão de contas bancárias e operações financeiras pessoais dentro das atividades da empresa e vice e versa, depois vem as questões relacionadas em usar uma forma "mais fácil" de trabalhar, não adotando os controles e documentos que precisam ser feitos, tem ações feitas de registro e de controle dissíncronas (registros feitos 2 meses ou mais depois do ocorrido) e ainda as falhas humanas sem atividades de controle em tempo real. Os ERP de mercado são muito bons nessa atividade, mas não fazem milagres.
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segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Atitude é tudo!




Atitude é tudo!

Dia desses, me peguei revisando a minha caixa de e-mails, relendo tudo o que
um dia foi novidade, e mereceu ser guardado numa pastinha em reservado para
reflexões futuras.

Reler um texto em especial, me fez relembrar os tempos de faculdade de direito,
quando o professor de direito civil I dizia: “não sejamos polianas”, fazendo
referência à personagem principal dos livros de Eleanor H. Porter, Pollyanna, a
menina que jogava o “jogo do contente”, de forma a perceber sempre o lado bom
das coisas.

Sempre procurei um motivo para discordar desse professor, que usava o
termo “não sejamos polianas” com o significado “não sejamos ingênuos”. Mas
primeiro, divido com vocês o texto a que me refiro:

“Luis é o tipo de cara que você gostaria de conhecer".

"Ele estava sempre de bom humor e sempre tinha algo de positivo para dizer". Se
alguém lhe perguntasse como ele estava, a resposta seria logo:

"Ah... Se melhorar vira festa”!

Ele era um gerente especial em um restaurante, pois seus garçons o seguiam de
restaurante em restaurante apenas pelas suas atitudes. Ele era um motivador nato.
Se um colaborador estava tendo um dia ruim, Luis estava sempre dizendo como
ver o lado positivo da situação.

Fiquei tão curioso com seu estilo de vida que um dia lhe perguntei:
"Você não pode ser uma pessoa positiva todo o tempo. Como faz isso"?

Ele me respondeu: "A cada manhã, ao acordar, digo para mim mesmo":

"Luis, você tem duas escolhas hoje: Pode ficar de bom humor ou de mau humor. Eu
escolho ficar de bom humor".

Cada vez que algo ruim acontece, posso escolher bancar a vítima ou aprender
alguma coisa com o ocorrido. Eu escolho aprender algo.

Toda vez que alguém reclamar, eu posso escolher aceitar a reclamação ou mostrar
o lado positivo da vida. Certo, mas não é fácil - argumentei.
É fácil sim, disse-me Luis. A vida é feita de escolhas. Quando você examina a
fundo, toda situação sempre oferece escolha.

Você escolhe como reagir às situações.

Você escolhe como as pessoas afetarão o seu humor. É sua a escolha de como
viver sua vida.

Eu pensei sobre o que o Luis disse e sempre lembrava dele quando fazia uma
escolha.

Anos mais tarde, soube que Luis um dia cometera um erro, deixando a porta de
serviço aberta pela manhã.

Foi rendido por assaltantes.

Dominado, e enquanto tentava abrir o cofre, sua mão tremendo pelo nervosismo,
desfez a combinação do segredo.

Os ladrões entraram em pânico e atiraram nele.

Por sorte foi encontrado a tempo de ser socorrido e levado para um hospital...

Depois de 18 horas de cirurgia e semanas de tratamento intensivo, teve alta ainda
com fragmentos de balas alojadas em seu corpo.

Encontrei Luis mais ou menos por acaso.

Quando lhe perguntei como estava, respondeu: "Se melhorar, vira festa”!

Contou-me o que havia acontecido perguntando: "Quer ver minhas cicatrizes"?

Recusei ver seus ferimentos, mas perguntei-lhe o que havia passado em sua
mente na ocasião do assalto. A primeira coisa que pensei foi que deveria ter
trancado a porta de trás, respondeu. Então, deitado no chão, ensanguentado,
lembrei que tinha duas escolhas: "Poderia viver ou morrer". "Escolhi viver"!

Você não estava com medo? Perguntei.

"Os paramédicos foram ótimos, eles me diziam que tudo ia dar certo e que eu ia
ficar bom, mas quando entrei na sala de emergência e vi a expressão dos médicos
e enfermeiras fiquei apavorado".

Em seus lábios eu lia: "Esse aí já era". Decidi então que tinha que fazer algo.

O que fez? Perguntei.

Bem... Havia uma enfermeira que fazia muitas perguntas. Perguntou-me se eu
era alérgico a alguma coisa.

Eu respondi: "sim". Todos pararam para ouvir a minha resposta. Tomei fôlego e
gritei; "Sou alérgico a balas"!

Entre risadas lhes disse:

"Eu estou escolhendo viver, operem-me como um ser vivo, não como um
morto".

Luis sobreviveu graças à persistência dos médicos, mas sua atitude é que os fez
agir dessa maneira.

E com isso, aprendi que todos os dias, não importa como eles sejam, temos sempre
a opção de viver plenamente, afinal de contas, "ATITUDE É TUDO"”.

O meu “discordar” com o professor vinha do fato de que acredito que temos,
assim como o Luis do texto acima, a oportunidade de escolher como encararemos
a vida, inclusive a vida profissional: temos a oportunidade de nos negarmos a ser “polianas” e enxergar a realidade nua e crua, exatamente como se descortina diante dos nossos olhos, ou vislumbrarmos no “polianismo” uma forma de buscar
uma motivação interior, que como o próprio termo já diz, se trata de descobrir um
motivo interno para se tornar um agente transformador da sua realidade.

Observo que, muitas vezes, temos muita facilidade em falar: ah, estou
desmotivado (a), há muito tempo não ganho um aumento, não me sinto parte da
empresa onde trabalho, meu superior não valoriza o meu trabalho e “blá-blá-blá
whiskas sachê”.

Esse tipo de atitude tem “efeito avalanche”: tu acabas te sentindo mal,
profissionalmente, e acaba contagiando quem está perto de ti, além de gerar nas
pessoas à tua volta uma imagem negativa a teu respeito.

Obviamente nem todos os dias são perfeitos, nem sempre o trabalho é bom, ou o
chefe está com ótimo humor e a empresa, andando a passos largos. Mas perceber
tudo a sua volta com um olhar pessimista também não fará a diferença.

Permita-se viver o “Dia P” (ser “Pollyanna”, a do livro, por um dia), como uma
experiência para sentir o alcance de suas atitudes positivas. Mas não se esforce
muito: alguns “bom dia” aos colegas de trabalho e mais uns “muito obrigada” aos
encarregados da limpeza, office-boys, secretárias, colegas e superiores, seguidos
de um sorriso sincero serão o suficiente para te fazer sentir melhor com relação
ao trabalho e também farão bem aos que te rodeiam. O ambiente de trabalho
será transformado: pronto, você passou de agente passivo (e chato, diga-se de
passagem) para agente transformador do seu meio.

Muitas vezes um bom ambiente de trabalho, provocado por um dos membros
da equipe (nesses, incluo também os gestores), é o suficiente para despertar a
motivação nos colaboradores como um todo.

E se, mesmo assim, isso não for suficiente para te enxergar a tua vida profissional
com outros olhos, busque outro emprego, afinal de contas, todo mundo merece ser
feliz!






sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

ERP em Gotas: Gota 239: 17/02/2012

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As definições de níveis de acesso e de autorizações de processos são ações que devem ser refinadas constantemente. É uma prática muito comum durante a implantação do ERP fornecer baixo nível de acesso e de autorização de processos e ir aumentando a medida que as necessidades forem surgindo, e pósimplantação, essas ações devem continuar de acordo com as mudanças de processos, evolução das pessoas nos cargos/funções e ainda de acordo com as mudanças realizadas no ERP pelas softhouses... ou seja, isso nunca para e necessidade de cuidado.
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quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

ERP em Gotas: Gota 238: 16/02/2012

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Um dos pontos que podemos avançar bastante é a qualidade das informações dentro dos ERP. No quesito dado, encontramos uma quantidade enorme de ERP de mercado que ainda não conseguem pegar endereço com base no CEP (e vice e versa), não validam CPF/CNPJ, não veem a integridade ou não colocam padrões em números de telefone, não conseguem validar regras de codificação de produtos e serviços, entre outros. No quesito informação, mesmo existindo inúmeros recursos técnicos para analisar tendências, não vemos nos ERP de mercado recursos para controlar entradas de dados erroneas de grandezas e de volumes, que são as mais comuns de ocorrer. Acredito que muito em breve os fornecedores de ERP vão investir mais nesse tema.
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quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

ERP em Gotas: Gota 237: 15/02/2012

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Ao meu ver, nenhum projeto de ERP deveria ser conduzido sem um investimento em tempo e energia no gerenciamento do conhecimento gerado/trafegado por ele. As softhouses ganhariam muito com isso, fazendo com que cada projeto trouxesse mais recursos para o aprimoramento contínuo do ERP, processos e equipe, e o cliente do ERP teria mais recursos para tomar decisões de investimentos e melhorias, bem como preparar a equipe para futuros projetos e ações operativas. Investir em Gestão do Conhecimento de Projetos de ERP trás benefícios fantásticos. Por que então que quase ninguém faz isso de uma forma pelo menos satisfatória? Resposta: porque estão vinculados a uma cultura de imediatismo.
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terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

ERP em Gotas: Gota 236: 14/02/2012

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Até quanto devo investir na compra de um projeto de ERP? Essa é uma pergunta que muitos gestores fazem e tem muitas variáveis envolvidas para responder cada caso... Qual a complexidade e a criticidade das minhas operações? Qual a importância do ERP para a minha competitividade? Como estão as opções de mercado (opções aderentes a minha realidade) em termos de valores? Qual a minha capacidade financeira de investimento (por favor, seja honesto)?... essas e muitas outras perguntas precisam ser feitas para responder o budget desse projeto. Mas antes de qualquer coisa posso afirmar que será mais do que você gostaria e menos do que muitas pessoas acreditam que seja necessário.
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segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

ERP em Gotas: Gota 235: 13/02/2012

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Quero que você pare e reflita sobre as seguintes questões: se uma determinada pessoa da sua empresa faltasse o trabalho hoje, como as atividades dela seriam feitas? Se em vez de um dia essa pessoa faltasse por um mês, como seria feito o trabalho dela? A solução alternativa seria de qualidade? A substituição seria relativamente fácil? O contingenciamento de pessoal é uma atividade básica de gestão empresarial, e dentro dessa atividade existe a necessidade de ter facilmente acesso as informações, parâmetros de trabalho e níveis de acesso a processos das pessoas que vão ser utilizadas para cobrir lacunas e ainda a forma como o conhecimento de uso do ERP vai ser passado para essas pessoas. Sua empresa está preparada para contigenciar pessoas?
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domingo, 12 de fevereiro de 2012

Derrubando Golias

Recentemente terminei de ler o livro "Derrubando Golias" do autor Max Lucado. O autor tem um estilo próprio e muito gostoso de ler, recomendo.

O título e o contexto do livro em si são Bíblicos, conta a história completa de Davi, inclusive a sua vitória sobre Golias, o gigante.

Todos conhecemos esta parte, ele Davi, um raquítico ser humano, desafia Golias, um gigante de 3 metros de altura apenas com uma funda e uma pedra nas mãos, porque Golias estava maldizendo o nome de Deus. Com apenas uma pedrada ele derruba Golias e depois lhe corta a garganta.

Agora, o enfoque que o próprio Max Lucado começa a desenvolver e quero dar a este post é sobre a atitude de Davi.

Davi, mesmo sendo uma pessoa sem condições físicas para derrotar um gigante, não desistiu, foi lá e fez.

Davi, mesmo sendo ridicularizado, não ouviu, foi lá e fez.

Davi, não pensou no problema e no tamanho do problema: Pensou em como soluciona-lo.

Ou seja, Davi é um exemplo claro de FOCO. De foco não no problema, mas na solução.

E a falta disto, é uma realidade clara em diversas organizações.

Cada vez mais as pessoas ao receberem tarefas parecem pensar apenas na tarefa e o que ela vai dar de dor de cabeça para ser elaborada, ou seja, estão enxergando Golias, enquanto, deveriam ver o porque desta tarefa, os reais benefícios que ela trará ao contexto de trabalho, ou seja, enxergando a solução, como na visão de Davi.

Diz um brocardo que se você não faz parte da solução, você faz parte do problema. Nossa mente é desenvolvida para resolver tudo aquilo que nós dermos para ela desenvolver, ou seja, se dermos o problema, ela criará mais problema. Se dermos soluções, ela nos dará mais soluções.

Agora como dar soluções a um problema? Algumas dicas:

Mantendo o foco que o problema é um problema no real tamanho que ele tem. Não adianta supervalorizar um problema e depois querer que ele seja pequeno na hora de enfrentá-lo. Davi já tinha um problema de 3 metros de altura. Se achasse que tinha 10 metros, seria mais difícil ainda de acertar a testa dele, não?

Tirando todos os sentimentos do problema. Um problema normalmente se torna muito maior porque existe uma carga de sentimentos enorme por trás dele. Tire os sentimentos. Normalmente sobra uma decisão com um sim ou um não. Este é o real problema. Os sentimentos são consequencias.

Liberando a mente a possibilidades absurdas. A criatividade pode ser um grande auxílio na hora de resolver problemas. Não mine sua mente com racionalidade. Deixe a criatividade ver as brechas de onde a solução do problema pode estar.

Persistindo diante das adversidades existentes. Não desista porque tem uma pedra no caminho. Esta pedra poderá ser o alicerce da sua vitória.

Analisando os riscos e resultados. Muitas vezes a resposta a um problema trará outro problema e nenhuma solução. Neste caso, use a administração de resultados, ou seja, o que será mais benéfico e causará menos impacto negativo? Esta é a melhor resposta.

Em suma,

Para derrotar Golias, Davi teve foco naquilo que queria, com visão única ao sucesso. Golias, por sua vez caiu por subestimar o oponente e achar que tudo estava ganho. Quer dizer, um tinha foco o outro soberba.

Como está você neste contexto?

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Artigo escrito por Gustavo Rocha – Diretor da Consultoria GestaoAdvBr
www.gestao.adv.br | gustavo@gestao.adv.br


sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

ERP em Gotas: Gota 234: 10/02/2012

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De uma maneira em geral, existem pontos pouco explorados dos ERP nas empresas, e um deles é a capacidade de gerar interações entre sistemas de empresas clientes e fornecedoras. Muitas empresas sonham em ter as tabelas de preço dos fornecedores atualizadas constantemente sem digitação, ter as Ordens de Compras com o seu status atualizado pelo forneceor, conseguir fazer com seus clientes a mesma coisa que os seus fornecedores fazem contigo (descrito anteriormente), interagir com campanhas comerciais associadas a ciclos de logística e muito mais. Isso exige disciplina e maturidade do seu ERP, mas é possível e já está tomando forma em algumas empresas... e o melhor de tudo é que não precisa de investimentos pesados para que ocorra. Por que as empresas no geral ainda não fazem isso? Resposta: porque não sabem que podem.
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ERP: Enterprise Resource Planning
ERP: Sistema Integrado Informatizado de Gestão Empresarial
ERP: Sistema que suporta as atividades de uma empresa
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Para ler todas as "gotas", clique aqui
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Mauro Cesar
mauro.oliveira@vilelaleite.com.br

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

ERP em Gotas: Gota 233: 09/02/2012

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Mesmo com contratos de serviços de suporte e manutenção já efetuados você pode negociar situações que te beneficiem e ainda possam ser bem vistas pelas softhouses/integradoras. Você pode conseguir descontos negociando contratos com prazos maiores ou pagamentos antecipados. Pode conseguir formatar um pacote que inclua um volume de horas de adapatações com valores menores ou ainda negociar benefícios como serviços gratuitos, taxas menores de compras de licenças extras ou ainda descontos em módulos novos no sistema com esse tipo de ação. O relacionamento com as softhouses/integradores na pósimplantação é algo dinâmico e você tem meios de conseguir mais com negociações ganha-ganha. Pense nisso!!!
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ERP: Enterprise Resource Planning
ERP: Sistema Integrado Informatizado de Gestão Empresarial
ERP: Sistema que suporta as atividades de uma empresa
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Mauro Cesar
mauro.oliveira@vilelaleite.com.br

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

ERP em Gotas: Gota 232: 08/02/2012

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O modelo de gestão muda ao implantar um ERP. Isso parece lógico para a maioria das pessoas, entretanto encontramos muitos casos durante a implantação onde os responsáveis por áreas específicas e/ou até mesmo o gestor da empresa insiste que se mantenha os processos atuais, sendo apenas suportado pelo ERP... o pagamento das contas tem que continuar com cheque e com uma folha de rosto para autorização, o relatório de vendas tem que continuar sendo impresso e distribuído nas mesas, e assim vai. Ao contratar o projeto de ERP da softhouse/integradora você precisa contratar um serviço de assessoria para mudar a sua gestão ou promover essa mudança internamente. Sem isso você não vai estar absorvendo nem 15% dos benefícios do ERP.
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ERP: Enterprise Resource Planning
ERP: Sistema Integrado Informatizado de Gestão Empresarial
ERP: Sistema que suporta as atividades de uma empresa
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Mauro Cesar
mauro.oliveira@vilelaleite.com.br

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Serviço Online de Assessoria na Implantação do ERP (SOLAIERP)

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Espaço ERP
Tenha um aliado para cumprir esse desafio
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Este serviço é para micro e pequenas empresas que vão implantar um ERP, estão implantando um ERP e estão tendo dificuldades ou querem reimplantar o ERP que tem para conseguir melhores resultados.

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ERP: Enterprise Resource Planning
ERP: Sistema Integrado Informatizado de Gestão Empresarial
ERP: Sistema que suporta as atividades de uma empresa
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FATOS:
=> ERP é de fundamental importância para as operações de uma empresa.
=> ERP é um investimento significativo para os negócios.
=> ERP não é substituído facilmente.
=> O histórico de fracassos de implantação do ERP ainda é muito alto
=> A implantação do ERP é uma atividade complexa e com vários pontos de risco
=> Mesmo nos casos onde os gestores da empresa tem competências apropriadas para gerenciar a implantação do ERP eles têm que lidar com esse projeto dentro de uma agenda concorrida
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ESTRUTURA DO SERVIÇO:
=> É realizado individualmente.
=> A duração é de até 9 meses (de acordo com o perfil da empresa).
=> O escopo do serviço é:
01) Palestra online de Pontos Chave na Implantação do ERP, feito por vídeoconferência.
02) Análise inicial da empresa
03) Reunião Inicial de Projeto.
04) Definição do framework de trabalho
05) Formatação das agendas e dos planos iniciais de trabalho
06) Reuniões de acompanhamento, onde alguns momentos serão semanais e outros quinzenais, de acordo com o momento do projeto
07) Reunião de Encerramento do Projeto

O foco é garantir o fornecimento de todo o apoio necessário para que a empresa conduza o processo de Implantação do ERP com profissionalismo, transparência e metodologia alinhada com as suas possibilidades e necessidades.
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CONSULTOR RESPONSÁVEL: Mauro Cesar Leite de Oliveira:
Especialista em ERP, fundador e gestor do Espaço ERP.  Tem 24 anos de experiência profissional, sendo que 12 anos focado em ERP.
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INVESTIMENTO: BAIXO - CONSULTE
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Agende uma reunião online para tirar as suas dúvidas e ter informações detalhadas sobre o serviço. Preencha o cadastro:
Lojista: clique aqui
Prestador de Serviços: clique aqui
Indústria: clique aqui
Qualquer dúvida mande um e-mail para vilelaleite@vilelaleite.com.br

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PROJETO: ERP em Análise

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OBJETIVO
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Fornecer um serviço gratuito de análise e validação dos ERP de mercado
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MODELO PROPOSTO
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01) O Mauro Cesar vai estar a frentedo processo
02) Mensalmente um fornecedor de ERP será escolhido para que possamos realizar uma análise de um dos produtos dele.
03) Junto com a análise o fornecedor terá direito a uma postagem detalhando a empresas, seus produtos e serviços.
04) Vamos ofertar também um serviço plus de anãlise apurada e ainda a possibilidade de contratação da análise fora do processo com restrição mensal
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METAS
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01) Colocar o serviço operante até o final de 06/2012
02) Realizar 6 análises em 2012

Comentários, sugestões opiniões, críticas e participações, deixe a sua mensagem em Comentários dessa postagem e/ou envie um e-mail para mauro.oliveira@vilelaleite.com.br

PROJETO: Mundo do ERP

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OBJETIVO
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Fornecer um serviço online gratuito as softhouses e integradoras para que elas tenham a oportunidade de apresentar os seus produtos e serviços
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MODELO PROPOSTO
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01) O Mauro Cesar vai estar a frentedo processo
02) Anualmente as empresas terão direito a uma apresentação online dos seus produtos e serviços pelo Espaço ERP, sendo que vão ter que focar num tema principal.
03) Nós vamos fazer a promoção do evento dentro das bases de dados que temos e as softhouses/integradoras também podem divulgar
04) Vamos fornecer uma série de serviços adicionais ao processo, tais como: apoio na apresentação, tempo extra, eventos extra, etc.
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METAS
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01) Colocar o serviço operante até o final de 04/2012
02) Realizar 30 apresentações em 2012

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