sexta-feira, 18 de novembro de 2011
ERP em Gotas: Gota 213: 18/11/2011
Devo trocar o meu ERP? Vivenciei no ano passado um caso bem interessante de uma empresa de pequeno/médio porte que faz beneficiamento de grãos no interior de SP que tinha implantado o Protheus (Totvs) e que mudou para um fornecedor de ERP local (cuja a equipe era formada de pai e filho). Ao questionar o motivo da sua decisão o gestor da empresa me disse que "o sistema era muito ruim". Certamente o problema daquela empresa não tem nada a ver com a qualidade do sistema em si. O Protheus é um bom produto. Observando um pouco melhor durante a conversa percebi que o cliente não tinha a menor idéia da sua neessidade de investimento e acredito que o integrador não teve a sensibilidade necessária para atender bem esse cliente... para empresa, a decisão de troca se resumiu ao relacionamento com uma pessoa próxima a eles. Jogou um investimento alto (se não me engano ele me disse que investiu quase R$400 mil na época), trocou por um produto que certamente é inferior e ainda assumiu o risco alto de falhas de serviços devido a possíveis sobrecargas de capacidade de atendimento. Esse é um caso onde muitas boas ações poderiam ser tomadas sem trocar o ERP.
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Mauro Cesar
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quinta-feira, 17 de novembro de 2011
ERP em Gotas: Gota 212: 17/11/11
Devo trocar o meu ERP? Muitas das vezes, as empresas demoram muito em realizar esse processo de análise, mesmo tendo fortes indícios da necessidade do mesmo. Com isso gera-se grandes perdas de competitividade de negócio, perdas de produtividade operativa, vivenciamento em ambientes de risco, grande estresse, dificudlades/custos elevados para tomadas de decisões, entre outras perdas. Tenho a convicção de que esse problema ocorre porque os gestores de negócio não conseguem quantificar o quanto estão perdendo e tem medo de investir num projeto de tamanha complexidade como de um ERP. Estamos vivendo épocas em que os gestores de negócio precisam lidar com todos os desafios que passam pela sua frente em tempo real e tem que buscar e utilizar os recursos necessários para tais empreitadas... sem medo, mas com cautela.
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quarta-feira, 16 de novembro de 2011
ERP em Gotas: Gota 211: 16/11/2011
Devo trocar o meu ERP? Existem muitos momentos em que uma empresa não deve trocar o seu ERP, mas sim, reimplantar o que tem e/ou promover ações complementares de utilização e de desenvolvimento. Ví casos onde empresas que compraram ERP de primeira linha, tinham condições de investir, estavam recebendo os serviços de bom nível, mas mesmo assim o projeto afundou e trocaram de fornecedor. A regra do cada caso é um caso também se aplica aos ERP, mas certamente essa decisão foi inadequada nesses casos. Quanto de dinheiro, competitividade e de energia foram gastos desnecessariamente nessas circunstâncias? não deixe que as emoções falem mais alto nessa tomada de decisão!!!
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domingo, 13 de novembro de 2011
Marketing, foco e sociedade
Quando pensamos em marketing, logo lembramos que uma das principais premissas que necessitamos para exercitar um marketing de resultado é o foco.
Foco em quê?
Foco em que o consumidor/cliente quer.
Será mesmo?
Steve Jobs dizia que seu sucesso era devido a ele não se preocupar em que o cliente quer, mas dar aquilo que o cliente quer, mas não sabe ainda que quer.
Ao meu ver, um exemplo de inovação. Basta perceber que hoje temos Iphones, Ipads e há alguns anos atrás sequer teríamos vontade ou necessidade disto. Você leitor pensou em algo misto entre um celular e um computador com foi o lançamento do primeiro Ipad? Difícil. Antes, achávamos que os celulares seriam a revolução. Então veio o Ipad. Depois os tablets. Hoje, já são usados corporativamente.
Seria o foco a solução?
Talvez, se aliado a questão da sociedade. Quando questiono as pessoas sobre o seu foco, escuto sempre as retóricas, foco em empresários, foco em seguimentos, foco em tipos de produtos. E a análise da sociedade em si?
Como assim?
Vamos pensar juntos em como a sociedade hoje se comporta: Somos 7 bilhões de pessoas. No Brasil somos mais de 192 milhões de pessoas. Alguns milhões ou milhares na sua cidade. Como elas se comportam?
A maioria hoje age como as músicas do Renato Russo: Sozinhas. Estão casadas, com amantes, ficantes, etc, mas numa solidão. Porque? Vivemos um mundo em que temos mil amigos no Facebook e nenhum para chorar nossas lágrimas. Temos 5 mil seguidores no twitter, mas, apenas um ou outro responde nossos gritos.
Gritos? Sim, gritos. Quer exemplo melhor disto que o Twitter? Cada um grita mais e mais, informa, noticia e ninguém, ou quase ninguém responde. Parece que gritamos e ninguém se interessa em ouvir, ou se escuta, não responde. O twitter é um penhasco... Temos somente nosso próprio eco.
O que nos causa surpresa no twitter? Quando uma empresa responde nossos questionamentos. Isto demonstra que ela está antenada nas redes sociais, que ela está conectada, que ela nos dá importância, certo?
Certo. E mais o quê? Que ela entendeu que se o cliente está sedento em ser ouvido, escutá-lo é mais do que simplesmente fixar uma marca, é gravar no ser humano a sua marca. Nós guardamos a gratidão, o sentimento de ajuda no momento difícil, nós somos brasileiros e somos sentimentais por natureza.
Então, não vamos achar que o marketing é somente foco. Marketing passa necessariamente pela análise da sociedade.
Você está no RS? Melhor procurar símbolos gaúchos, falar da terra, elogiar o chimarrão e enaltecer a carne... O gaúcho é por natureza bairrista. Chegar aqui querendo colocar a sua marca pode mexer nos brios gaudérios e o resultado não será bom (Casas Bahia que o digam).
Cada Estado tem a sua particularidade. Cada cidade, também. No RS temos muitas características, mas vender em Porto Alegre é diferente. O porto-alegrense é diferente do resto do RS. E ai de quem disser esta barbaridade < eu posso porque sou porto-alegrense :) >.
O mesmo vale para serviços. Usar palavras certas, conhecer bem o local (cidade e quiçá município) faz a diferença. Cada povo tem cultura própria. E se você souber esta cultura, ele se sente em casa. Sentindo-se bem contigo, meio caminho andado para um contrato. O resto é competência e negociação de preço ;)
Analisar, conhecer o ambiente social faz a diferença. O foco é esmiuçar estas questões. O marketing necessita do foco e da visão social.
E você? Analisa a sociedade? Está gritando e ninguém está ouvindo? Qual o seu foco?
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Artigo escrito por Gustavo Rocha – Diretor da Consultoria GestaoAdvBr
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sexta-feira, 11 de novembro de 2011
ERP em Gotas: Gota 210: 11/11/2011
Devo trocar o meu ERP? Existem projetos de implantação de ERP que foram muito bem executados e com o passar do tempo eles começam a se perder (sofrem erosão). As pessoas começam a dar "jeitinhos", planilhas e papéis surgem de vários locais diferentes e a empresa passa a não ter mais uma ação corporativa integrada das suas operações. Trocar o ERP resolve isso? As vezes sim, as vezes não. Se essa mudança de ERP não vier acompanhada de uma mudança de postura em relação a ele nada muda, e as vezes um projeto de ERP (implantação de um novo ou reimplantação do atual) pode ser utilizado como meio dos gestores em promover mudanças operativas/táticas intensas. Muito do sucesso da implantação e da pósimplantação depende do clima, das competências internas e da organização da empresa cliente.
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quarta-feira, 9 de novembro de 2011
ERP em Gotas: Gota 209: 10/11/2011
Devo trocar o meu ERP? Quando o ERP atual foi selecionado anteriormente para ser perpetuado com a empresa, um dos pontos que mais dificulta a decisão é o sentimento de fracasso na escolha anterior... algumas empresas simplesmente não mudam por causa disso... Desapegue-se a esse sentimento ruim. O erro faz parte do crescimento profissional, e especificamente nesse caso, até mesmo profissionais dedicados a ERP fracassam na seleção do mesmo. Tem muitos fatores fora do seu conhecimento e do seu controle. Afundar um investimento pode ser a decisão mais acertada que você vai fazer, porque mais caro que isso são as improdutividades e as perdas de competitividade que o uso do ERP errado trás.
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ERP em Gotas: Gota 208: 09/11/2011
Devo trocar o meu ERP? Caso a sua decisão seja SIM, ainda precisa ter a pergunta complementar do QUANDO? Trocar um ERP exige envolvimento do seu pessoal, capacidade financeira e riscos de falhas/defeitos em processos, e muitas empresas vivem com sazonalidades, estão momentaneamente com as suas finanças abaladas ou ainda precisam de tempo para maturar os desdobramentos das suas necessidades/desejos e os seus impactos. Sei que é importante implantar o ERP para alavancar a sua empresa, mas mais importante ainda é conseguir fazer isso bem feito. Muitos projetos de ERP fracasssam (e as vezes são abortados) por negligenciar o momento certo de início das atividades.
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terça-feira, 8 de novembro de 2011
ERP em Gotas: Gota 207: 08/11/2011
Devo trocar o meu ERP? Certamente a capacidade de investimento conta nesse processo de decisão. Definir e levantar um orçamento de um projeto de troca do ERP precisa ser feito com base lógica de atuação e vai depender muito do segmento, porte e realidade de cada empresa. Nesse processo inicial de análise, o orçamento ainda é muito calcado em informações previstas e com levantamentos superficiais... até mesmo a previsão de custo com o ERP é uma visão inicial da softhouse/integradora. Ao compor esse processo tenha bem claro as suas capacidades de investimento, principalmente numa visão de fluxo de caixa, e não se esqueça que o investimento em questão, é um dos principais investimentos que você pode fazer para garantir a plena operação da sua empresa e suportar a realização dos seus demais objetivos.
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ERP em Gotas: Gota 206: 07/11/2011
Devo trocar o meu ERP? Dentro desse processo de decisão a visualização das necessidades futuras e as projeções sobre como o seu ERP atual vai se comportar são fundamentais. As empresas, em geral, tem direcionamentos de crescimento, foco em negócios específicos, pulverização de marcas, reformulação de canal comercial, participação em novos negócios, crescimento por franquias, entre outras possibilidades e as vezes o ERP que tem não conseguem e nem vão conseguir acompanhar tal evolução, seja devido ao nível de serviço que a sua empresa vai requerer, regras de negócios que o sistema não tem (e nem vão ter), dificuldades de atender a escalabilidade projetada, custos elevados para tal evolução ou ainda dificuldade no relacionamento desgastado com a softhouse (muitas das vezes isso é o pior problema). Essa parte da análise tem uma grande dose de subjetividade, mas precisa ser visto com coerência e imparcialidade.
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domingo, 6 de novembro de 2011
Facebook testa teoria dos seis graus de separação
Conforme reportagem da revista Mente e Cérebro, publicada pelo UOL, o Facebook testa teoria dos seis graus de separação.
O que vem a ser esta teoria?
É uma teoria que afirma que em média 6 pessoas nos separam de qualquer outra pessoa no mundo.
Como assim?
Quer dizer que se quero conhecer o Obama, se eu procurar 6 pessoas - ou seja, uma que eu conheço e que conhece outra e outra e assim por diante - eu poderia conhece-lo.
A ideia é interessante. Veja parte da reportagem abaixo:
Apenas seis laços de amizade separam você de qualquer outra pessoa no mundo. Pelo menos foi a polêmica conclusão de um experimento do psicólogo Stanley Milgram (1933-1984), da Universidade Yale, feito nos anos 60. Em uma época na qual trocar informações on-line e em tempo real mais parecia enredo de ficção científica do que um futuro próximo, o psicólogo decidiu colocar à prova o clichê “o mundo é pequeno”: enviou pacotes a 160 moradores da pequena cidade de Wichita, no Kansas, e de Omaha, no Nebraska, pedindo-lhes que os mandassem para algum amigo ou conhecido que acreditassem que faria a encomenda chegar o mais rápido possível ao destinatário final – um habitante de Boston, Massachusetts. Várias das entregas chegaram, após passar por, em média, 5,5 pessoas. A hipótese de que bastam uns poucos conhecidos para constituir uma rede social muito maior do que imaginamos se popularizou rapidamente. Foi testada por outros estudiosos, que depararam com a mesma média, e inspirou o filme Seis graus de separação, de 1993.
Hoje, navegando nos domínios do Facebook ou do Twitter, não é tão difícil descobrir que um amigo está conectado a uma pessoa que, por sua vez, está ligada a outra que tem no rol de amizades virtuais um ganhador de Prêmio Nobel ou um artista de cinema. Não por acaso, algumas notícias se disseminam nessas páginas em segundos, antes de serem divulgadas pela mídia. Seria apenas coincidência ou as redes sociais retomam e reforçam a teoria de Milgram? Os sites Yahoo e Facebook decidiram levar adiante uma versão digital da experiência, mas em proporções bem menos modestas que as poucas dezenas de voluntários recrutados pelo psicólogo americano – traduzida em 13 idiomas, a página Small world convida os quase 750 milhões de usuários do Facebook a fazer uma mensagem chegar até um desconhecido de um país qualquer, selecionado pelos administradores do projeto.
Leia na íntegra o artigo aqui.
Como você vê esta ideia? Será que realmente é verdadeira? Eu fiz parte do teste deles... (entre na íntegra do artigo para ver como se cadastrar), vamos ver no que dá.
Agora, mesmo não sendo apenas 6 pessoas, o fato é que estamos conectados. Todos nós. Mesmo aqueles que não estão nas redes sociais, conhecem alguém que está nas redes sociais. Daí um dos motivos pelo qual não devemos ignorar as redes sociais. Você até pode não estar nela, mas alguém conhecido seu está e poderá acabar te influenciando igualmente pelas notícias, artigos e ditos das redes sociais.
Se você não está presente, comece a perceber esta importância das redes. Se você já está presente, use as redes como ferramenta de comunicação e principalmente de ideias, posto que serão estas que poderão fazer a diferença.
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Artigo escrito por Gustavo Rocha – Diretor da Consultoria GestaoAdvBr
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sexta-feira, 4 de novembro de 2011
ERP em Gotas: Gota 205: 04/11/2011
Devo trocar o meu ERP? Essa é uma pergunta que milhares de gestores e empreendedores devem estar fazendo nesse exato momento, e muitos não tem a menor idéia de tudo que isso representa. No primeiro momento vale a pena destacar que, antes de qualquer coisa o ERP é a base que sustenta toda a operação de uma empresa, e ter um ERP que não é o mais apropriado pode significar perda de competitividade agora e/ou no futuro. No outro lado da balança tem o fato do ônus em trocar um ERP, onde o investimento no projeto em si pode ser muito menor que a alocação de tempo da equipe de funcionários e o desgaste gerado. Para decidir a troca de um ERP existem parâmetros e precisa de uma visão completa de tudo que está envolvido... infelizmente muitas empresas ainda continuam perdendo muito dinheiro e muita produtividade devido a falhas nesse prcesso de tomada de decisão.
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quinta-feira, 3 de novembro de 2011
ERP em Gotas: Gota 204: 03/11/2011
Que as EFD (Escriturações Fiscais Digitais) já fazem parte das nossas vidas todo mundo já sabe, inclusive as pessoas cujas as atividades profissionais nada tem a ver com isso, mas o que muita gente não se ateve ainda são os impactos que isso tem feito nos relacionamentos entre as empresas e os seus fornecedores de ERP.. Apesar de ser óbvio que todos os fornecedores de ERP são obrigados a realizar adequações legais e tributárias que impactem nos seus clientes com contratos de manutenção, ainda vemos softhouses querendo cobrar a parte tais serviços, afirmando que se trata de algo "fora do contrato"... fiquem atentos!!! E também vemos sofhouses que entregam as atualizações dos ERP fora dos prazos legais (e não querem pagar as multas por isso) ou ainda aquelas cujas as alterações são tão mal feitas que podem deixar as empresas clientes vulneráveis ao fisco e aos erros operativos ou ainda gerar volumes adicionais de trabalho desnecessários. As mudanças fiscais são uma realidade que não podemos deixar de considerar no relacionamento com as fornecedoras de ERP e o melhor é ter garantias contratuais que isso seja bem feito.
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terça-feira, 1 de novembro de 2011
ERP em Gotas: Gota 203: 01/11/2011
Para muitas empresas o Controle de Estoque é um grande problema. É muito comum ver as pessoas reclamando sobre a acuracidade do estoque, desbalanceamento de componentes e ainda com a constante necessidade de realizar inventários rotativos e completos. Como na maioria dos processos das empresas o Controle de Estoque precisa de Procedimentos e de Disciplina. Os ERP de mercado, em geral, trazem boas regras de negócio (Procedimentos) dentro deles, mas quando vamos verificar as implantações vemos que algumas partes fundamentais para a operação nem sequer são utilizadas (Disciplina), sem contar que os "jeitinhos" imperam no dia-a-dia, sempre em prol da necessidade de velocidade no atendimento. Em via de regra, Ter um bom Controle de Estoque está atrelado a sua Vontade em Fazer Isso!!! Conhecimento e ferramentas estão disponíveis.
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ERP em Gotas: Gota 202: 31/10/2011
Por que alguns ERP parecem, no seu visual, uma "colcha de retalhos"? Alguns ERP de mercado não tem uma única identidade visual em todo o produto, isso acontece porque partes do sistema foram desenvolvidos em momentos diferentes e muitas das vezes com tecnologias diferentes, ou ainda temos os ERP montados com a aquisição de produtos diferentes e tem ainda aqueles que propositalmente fazem isso para separar tipos de operações que normalmente tem pouco investimento em hardware (chão-de-fábrica, movimentação de estoque, etc.) Isso é bom ou ruim? Depende!!! No atual estágio de desenvolvimento em ERP que vivenciamos isso deve acabar, porém teve a sua função no passado recente. Mas o mais importante é verificar se essas partes do ERP são realmente integradas e se a navegabilidade está coerente com as necessidades.
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domingo, 30 de outubro de 2011
Poupar ou não, eis a questão?
Dia 31 de Outubro é o dia mundial da poupança. Uma data que pouca gente conhece esta data e talvez menos ainda exercite este gesto.
Um erro não exercitar este gesto. Poupar é sempre um bom negócio. Investir é importante, gastar também, mas poupar vem antes.
Como assim?
Para investir em algo ou até mesmo simplesmente gastar, preciso ter pelo menos o dinheiro ou crédito. Se tenho o dinheiro, ótimo, invisto ou gasto. Se tenho apenas o crédito, melhor observar se terei o dinheiro na hora de pagar, senão a conta fica impossível de suportar, pois a taxa de juros no Brasil é de amargar.
E no seu negócio?
Para alguns, parece impossível ter uma reserva financeira. Isto é um erro comum que precisa ser evitado. Você já pensou que ao guardar uma pequena parte do que fatura todo mês você terá sempre uma reserva para as adversidades do mercado?
Principalmente os profissionais liberais precisam desta realidade no seu dia a dia.
A pergunta é: Como fazer para poupar?
Eu respondo em três etapas:
1. Identificar os gastos;
2. Organizar os recebimentos;
3. Gerenciar os itens 1 e 2 para poupar;
Identificar os gastos
Muitos sequer sabem o que são centros de custo... Você imagina que o seu escritório tem duas áreas, cível e trabalhista. Existem despesas comuns a estas duas áreas: secretária, aluguel, telefone, etc. Mas, existem despesas que podem ser específicas de cada uma: advogados, estagiários, etc.
Se você separar as despesas de cada área pela área, ou seja, o advogado trabalhista fica na despesa trabalhista, junto com 50% do aluguel, 50% do telefone, etc, você estará tendo as despesas dentro de um centro de custo, de maneira individual.
Organizar os recebimentos
Divido este tópico em dois: Unidades de custeio e valores não cobrados.
Se você sabe o quanto gasta em cada área, conforme exemplo acima, porque não saber de onde vem o dinheiro?
Isto é a idéia de unidade de custeio. Saiba de onde estão vindo os recursos e os lance por área. Ao fazer desta forma, você saberá qual área está se pagando, qual está deficitária e poderá tomar decisões mais gerenciais em cima destes números.
Outra questão fundamental que encontramos em vários escritórios é a não cobrança dos honorários. Por mais incrível que isto possa parecer, muitos escritórios tem valores bons para serem cobrados e não o fazem.
Se você se encontra nesta situação, que tal cobrar estes valores e colocar o que receber numa poupança?
Gerenciar itens 1 e 2
Se você souber de onde recebe, aonde gasta e como arrecadar valores a mais para poupar, você está gerenciando bem os itens 1 e 2.
Se você acha que não consegue poupar porque nunca sobra dinheiro, pare de reclamar e busque alternativas de recebimento, bem como gerencie muito bem seu financeiro e corte coisas inúteis ou supérfluas que tem de gastos.
Sempre há gargalos de gastos, observe isto.
Enfim,
Poupar ou não, eis a questão? Ora, sim, pois não!
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Artigo escrito por Gustavo Rocha – Diretor da Consultoria GestaoAdvBr
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sexta-feira, 28 de outubro de 2011
ERP em Gotas: Gota 201: 28/10/2011
Navegabilidade do ERP é um tema que sempre foi questionado, mas ganhou mais ênfase nos últimos tempos. As pessoas perceberam que executar duas ou três atividades a mais para fazer a mesma tarefa no sistema pode representar muito no médio/longo prazo, principalmente em tarefas repetitivas. Além disso já é de conhecimento público que uma navegação intuitiva reduz as possibilidades de falhas, sem contar com a redução do tempo de aprendizado de novos funcionários. Na minha experiência, também venho percebendo que ter uma boa navegação também estimula o interesse das pessoas em utilizar o ERP, como também, faz com que as pessoas se sintam menos cansadas depois de várias horas em processos. Navegação do ERP, mais um ítem que você deve avaliar/monitorar.
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quinta-feira, 27 de outubro de 2011
ERP em Gotas: Gota 200: 27/10/2011
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quarta-feira, 26 de outubro de 2011
ERP em Gotas: Gota 199: 26/10/2011
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Soluções desenvolvidas pela Febrafar ajudam na gestão de farmácias de todo país
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COMENTÁRIOS DO MAURO
Esse é um bom exemplo de como associações direcionadas para um foco podem gerar sinergias com investimentos coletivos em sistemas... as potencialidades são enormes nesse sentido e ainda são muito pouco explorados.
Hoje falamos sobre sistemas complementares, amanha, quem sabe, estaremos comentando sobre projetos completos de ERP feitos e dedicados a segmentos específicos, e mantidos por associações.
Mauro Cesar
mauro.oliveira@vilelaleite.com.br
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A Federação Brasileira das Redes Associativistas de Farmácias (Febrafar), que reúne 5,3 mil farmácias e drogarias de todo o país, e com expectativa de agregar mais 1,7 mil lojas até dezembro de 2012, desenvolveu soluções para que a gestão do varejo farmacêutico seja mais eficiente e possa ter subsídios para uma correta tomada de decisão. Os sistemas também contribuem para aperfeiçoar e difundir seu modelo de gestão empresarial: o associativismo.
As soluções são o SIC (Sistema Integrado de Compras) e o Acode (Acompanhamento Corporativo de Demandas), lançados em 2005 e que desde aquela época vem recebendo contínuos aperfeiçoamentos. Segundo Márcio Hiroyuki, gerente de produtos da Febrafar, o SIC, que nasceu baseado de planilhas do Excel, está disponível em sua segunda versão, e um novo sistema já está em desenvolvimento. Ele disponibiliza às lojas itens de alto giro a preços competitivos, podendo assim gerar mais lucro aos compradores. Com ele, segundo o executivo, as redes farmacêuticas dispõem de um gerenciamento completo dos pedidos e maior poder de negociação junto aos fornecedores. Todo o processo é feito via internet e permite o cadastramento, não somente de redes e farmácias, mas também de indústrias, distribuidoras, produtos, grupos de compras e de ofertas, além de possibilitar a realização de pedidos e de cotações.
Já o Acode é uma solução de gerenciamento de dados, que integra as informações das farmácias associadas às 34 redes pertencentes à Febrafar, e inclui todas as categorias de produtos, possibilitando uma análise segura da performance do varejo associativo. Segundo a Febrafar, o sistema permite aos atuais 90 fornecedores homologados definir posicionamento de mercado, enquanto auxilia na tomada de decisões, contribui para elaboração de ações estratégicas e, principalmente, fortalece a parceria junto à comunidade criada pelos associados da federação. As redes se beneficiam utilizando os números fornecidos como parâmetros para efetivação de melhores negociações. De acordo com Hiroyuki, "a ferramenta opera informações consolidadas de demanda dos associados, promovendo maior interação entre as partes, algo que é fundamental para o mercado".
Um outro sistema, o PAI (Painel de Aferição de Indicadores) foi desenvolvido para suportar o empresário no gerenciamento da farmácia – incluindo informações que servem de referencia para boas práticas gerenciais -- oferecendo conteúdos como informações sobre as vendas e despesas efetuadas, e indicadores de eficiência do sistema operacional da loja, gerando relatórios com 120 indicadores.
Referência de uso
Uma das referências de uso das soluções é a rede Farma&Farma, que possui cerca de 150 lojas, com sede em Santa Catarina, e que as utiliza desde 2009. O diretor comercial da empresa, Herivélton Ferreira, afirma que o PAI é indispensável nas negociações e no monitoramento das ações comerciais da rede. "A maior conquista que obtivemos foi a visualização do nosso verdadeiro tamanho. As informações nos mostram o grau de importância que realmente temos para o mercado, o que facilita nas negociações principalmente com a indústria”, diz.
O diretor informa que a aquisição dessas soluções vieram da necessidade da rede de ter uma maior agilidade e vantagens na hora de adquirir seus produtos, além de um controle maior sobre as necessidades que a rede tinha para crescer. Segundo ele, a instalação do sistema não exigiu grandes alterações na área de informática da empresa, pois todas as bases de dados são fornecidas pela própria Febrafar, a rede acessa o sistema através de um computador conectado à internet, outra vantagem que Ferreira destaca é que não foram necessários investimentos para adquirir a solução. "Não fizemos investimento algum, a ferramenta nos foi fornecida através da federação, é um benefício que a Febrafar dá aos associados".
Hiroyuki informa que a solução não tem custo para as redes associadas à Federação. "Aquelas que pagam uma mensalidade para fazer parte da Febrafar podem usufruir das vantagens oferecidas pela instituição, sem que sejam necessários outros investimentos. Claro que para fazer parte da Federação é necessário seguir alguns requerimentos em após uma avaliação, obter autorização para se associar", finaliza.
terça-feira, 25 de outubro de 2011
ERP em Gotas: Gota 198: 25/10/2011
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